17 junho 2024

LITTERATUS

 

Depois das diversas reclamações dos políticos que, mesmo abagualados, exigem respeito e palavras bonitas para referências a eles, trago meu desapontamento em relação aos seus atos, às suas declarações e omissões de forma culta, como merecem.

Sem pusilanimidade, já que tais abarbarados abderólogos conseguem espavorir apenas seus asseclas, por atuarem em comum acordo dentro de um chavascal privado com o dever de cincar em conluio com seus contratantes, carrego comigo a obrigação, como cidadão, de revelar os diversos danos ao bem público, promovidos por tal cambada de abjetos.

Não serei privado de direitos e estarei revelando seus atos atrozes.

Mesmo que um bacalhoeiro anojoso use de sua posição para bravatear e tentar ludibriar a população, ou que outro batracóide egocêntrico faça ameaças infames, tendo até quem se vitimiza, com frequência, em assuntos que nem são de sua conta, seus impropérios serão expostos.

Digo que tais concupiscentes espurcos, travestidos de “salvadores”, porém atuando como histriões em um palanque sórdido, já não têm espaço nas ruas, sendo ouvidos apenas por civilidade.

Encerro minha admoestação, análoga a uma advertência, notificando aos agentes do mal secreto sobre breve desforra, por conta de seus atos abjetos, ignóbeis, nauseabundos, destinados a mim.

Para fins de interpretação:

Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine.

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