Depois das diversas reclamações dos políticos que, mesmo
abagualados, exigem respeito e palavras bonitas para referências a eles, trago
meu desapontamento em relação aos seus atos, às suas declarações e omissões de
forma culta, como merecem.
Sem pusilanimidade, já que tais abarbarados abderólogos conseguem
espavorir apenas seus asseclas, por atuarem em comum acordo dentro de um
chavascal privado com o dever de cincar em conluio com seus contratantes, carrego
comigo a obrigação, como cidadão, de revelar os diversos danos ao bem público,
promovidos por tal cambada de abjetos.
Não serei privado de direitos e estarei revelando seus atos
atrozes.
Mesmo que um bacalhoeiro anojoso use de sua posição para
bravatear e tentar ludibriar a população, ou que outro batracóide egocêntrico
faça ameaças infames, tendo até quem se vitimiza, com frequência, em assuntos que nem são de sua
conta, seus impropérios serão expostos.
Digo que tais concupiscentes espurcos, travestidos de “salvadores”,
porém atuando como histriões em um palanque sórdido, já não têm espaço nas
ruas, sendo ouvidos apenas por civilidade.
Encerro minha admoestação, análoga a uma advertência,
notificando aos agentes do mal secreto sobre breve desforra, por conta de seus
atos abjetos, ignóbeis, nauseabundos, destinados a mim.
Para fins de interpretação:
Antequam noveris, a laudando
et vituperando abstine.

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