15 abril 2024

EGÍDIO FERRARI E O “MOCHILÃO MALDITO”

Depois das definições partidárias em Blumenau, com a ida do Prefeito Mário Hildebrandt para o PL, junto com seu grupo político, a pré-campanha de Egídio Ferrari tornou-se ainda mais árdua, por conta do fardo pesadíssimo que deverá carregar.

No “mochilão maldito”, Egídio terá que levar nomes, como:

- Mário Hildebrandt, esquerdista e com todos os escândalos envolvendo sua alta cúpula na Prefeitura;

- Jovino Cardoso Neto, esquerdista e líder do governo Mário na Câmara, com processos em andamento;

- Maurício Goll, esquerdista e aliado de Mário;

 - Ito de Souza, aliado de Mário, votou contra Proposições de direita, na Câmara;

- Almir Vieira, muito alinhado ao Mário;

- Alexandre Matias, ex-Secretário de Educação do governo Mário, que deixou o cargo com obras incompletas, problemas na entrega de uniformes e diversas outras situações questionáveis;

- Marcelo Lanzarin, ex-Secretário de Saúde, com sua saída da pasta no pior momento dos casos de dengue na cidade, sem qualquer planejamento para o combate à doença e atendimento;

Entre outros que fazem parte do governo Mário e estão sob a mira do Ministério Público de Santa Catarina.

Além disso, o “mochilão maldito” será preenchido com os escândalos de corrupção no SAMAE, abandono dos bairros afastados do centro, obras sem qualidade que estão se deteriorando antes da inauguração, falta de transparência nas contas públicas, investimento em festas e outras áreas que não são prioridade e diversas outras falhas gravíssimas.

Para completar, a aproximação do PL com o MDB, base do PT em âmbito federal, tira toda a credibilidade do partido, quando se diz de “direita”.

Aliás, o PL de Blumenau já não pode se dizer “direitista” há muito tempo. Vide o comportamento de seus Vereadores.

Tudo isto pode atrapalhar o discurso, durante a campanha. Os questionamentos virão de onde mais pode causar estragos: do próprio povo.


Oremos...

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